sábado, 28/08/2010

Tambor

Tum dum.
Tum dum.
Não foi meu coração,
foi um tambor que toquei
e senti ecoar no meu cérebro:
Mais um.
Mais um.

A carpideira chora

Não perca seu tempo:
perca sua vida.
Entregue-se à morte
sofrida,
doída,
carpida,
onde jamais alcançarão os dedos de Deus.
As lágrimas caídas dos seus olhos
um dia já foram dos meus.

Eu já nem sei mais o que eu sou

Eu já nem sei mais o que eu sou
E compartilho com você a minha dor
Que no meu pranto desce em água cristalina
Quando me lembro dos seus olhos de menina

post scriptum: O bloqueio acabou e a criatividade voltou com força exagerada. Esses pseudoversinhos que estão no post foram coletados por mim em velhas folhas de caderno e em velhas folhas da minha mente. São coisas que mereciam ser mais bem acabadas, mas não são e nem serão. e é divertidíssimo criar versinhos, acho que todos deveriam tentar.



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