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	<title>That's what makes my life so Fucking fantastic        ~    P I C K   P O C K E T  .  N E T</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Os versinhos do Pedro</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 23:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Figurativo]]></category>
		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas e Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tambor Tum dum. Tum dum. Não foi meu coração, foi um tambor que toquei e senti ecoar no meu cérebro: Mais um. Mais um. A carpideira chora Não perca seu tempo: perca sua vida. Entregue-se à morte sofrida, doída, carpida, onde jamais alcançarão os dedos de Deus. As lágrimas caídas dos seus olhos um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><u>Tambor</b></u></p>
<p>Tum dum.<br />
Tum dum.<br />
Não foi meu coração,<br />
foi um tambor que toquei<br />
e senti ecoar no meu cérebro:<br />
Mais um.<br />
Mais um.</p>
<p><b><u>A carpideira chora</b></u></p>
<p>Não perca seu tempo:<br />
perca sua vida.<br />
Entregue-se à morte<br />
sofrida,<br />
doída,<br />
carpida,<br />
onde jamais alcançarão os dedos de Deus.<br />
As lágrimas caídas dos seus olhos<br />
um dia já foram dos meus.</p>
<p><b><u>Eu já nem sei mais o que eu sou</b></u></p>
<p>Eu já nem sei mais o que eu sou<br />
E compartilho com você a minha dor<br />
Que no meu pranto desce em água cristalina<br />
Quando me lembro dos seus olhos de menina</p>
<p><center><img src="http://x82.xanga.com/2541742435735218534778/z146508274.jpg" class="acende"></center></p>
<p><b><i>post scriptum:</b></i> O bloqueio acabou e a criatividade voltou com força exagerada. Esses pseudoversinhos que estão no post foram coletados por mim em velhas folhas de caderno e em velhas folhas da minha mente. São coisas que mereciam ser mais bem acabadas, mas não são e nem serão. e é divertidíssimo criar versinhos, acho que todos deveriam tentar.</p>
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		<title>Despair</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 18:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[Do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[Narrativas]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre sem bater Era um aviso pregado na porta, entremeado por adesivos diversos e de gosto duvidoso. Ele, um lunático; ela, uma apaixonada completamente sem chão. Costumavam ser tão próximos; agora, ela entrará sem bater, apesar de seu coração estar batendo. E é só isso. post scriptum: &#8220;olá, bloqueio criativo, como vai você? Pretende apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><b>Entre sem bater</b></center></p>
<p>Era um aviso pregado na porta, entremeado por adesivos diversos e de gosto duvidoso. Ele, um lunático; ela, uma apaixonada completamente sem chão. Costumavam ser tão próximos; agora, ela entrará sem bater, apesar de seu coração estar batendo. E é só isso.</p>
<p><center><img src="http://xf6.xanga.com/7cee11e023732269299803/z212640651.jpg" class="acende"></center></p>
<p><b><i>post scriptum</b></i>: &#8220;olá, bloqueio criativo, como vai você? Pretende apenas pernoitar ou vai continuar por aqui pelo resto do mês?&#8221; &#8211; E ele resolveu ficar; me desculpem por isso.</p>
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		<title>Meu imperialismo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Figurativo]]></category>
		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas e Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Enraizei meu coração, agora nem sei mais não Me enquadrei no seu colchão, você tinha razão Em minha lenta e curta vida eu tenho uma missão Manifestar o meu destino e para ti deixar de ser&#8230; eterna ilusão Eu próprio vou te proteger da chuva lá fora Só o que ouço é sua voz tremer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enraizei meu coração, agora nem sei mais não<br />
Me enquadrei no seu colchão, você tinha razão<br />
Em minha lenta e curta vida eu tenho uma missão<br />
Manifestar o meu destino e para ti deixar de ser&#8230;<br />
eterna ilusão</p>
<p>Eu próprio vou te proteger da chuva lá fora<br />
Só o que ouço é sua voz tremer quanto tu chora<br />
E quando o dia chega ao fim eu penso que agora<br />
Não sei como me despedir daquela que&#8230;<br />
Só ouço a chuva lá fora</p>
<p>Meu império eu já construí<br />
Decidi: será pequeno, mas te quero aqui<br />
Pra governar com mãos de ferro e luvas de fada<br />
Caçar tesouros, velejas, sair com minha&#8230;<br />
Amada</p>
<p>Os dias duros já se foram e eu queria isso<br />
Caminhos são traçados na direção de um paraíso<br />
E o paraíso é pra nós dois, não quero interferência<br />
Estudar nosso amor, virar história ou talvez&#8230;<br />
Ciência</p>
<p>E então ficou tarde, eu tenho que ir embora<br />
Já cansei de sonhar só da boca pra fora<br />
Porque por dentro eu sei que não quero apenas isso<br />
Quero a tudo e a ti dominar&#8230;<br />
Em meu Imperialismo</p>
<p>Eu anexaria os planetas<br />
Se fosse possível ter você aqui<br />
Eu anexaria os planetas<br />
Se fosse possível ter você aqui</p>
<p><center><img src="http://x0e.xanga.com/402f630656d32267125595/z213081475.jpg" class="acende"></center></p>
<p><u>post scriptum:</u> é muita falta de noção minha postar &#8220;Meu Imperialismo&#8221;, porque é simplesmente ruim. Mas era de se esperar que fosse assim, foi escrito durante uma aula de História que não me interessava <i>at all</i>.</p>
<p><u>post scriptum 2:</u> troquei de layout, porém não de formato. Achei que deu tão certo assim desse jeito que resolvi manter. Depois quero saber o que acharam, tanto dele quanto do texto (:</p>
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		<title>Fragmentos de coletânea</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 22:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Figurativo]]></category>
		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[(a)guardar O que eu guardo em mim é o que uma vez lhe entreguei e você feriu, machucou enquanto tentava dizer a mim que eu não era merecedor. O que eu guardo em mim é o amor que passará a inexistir quando meus lábios tocarem os lábios de quem sempre esperou por mim amando, amando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><b> (a)guardar</b></center><br />
O que eu guardo em mim é o que uma vez lhe entreguei e você feriu, machucou enquanto tentava dizer a mim que eu não era merecedor.<br />
O que eu guardo em mim é o amor que passará a inexistir quando meus lábios tocarem os lábios de quem sempre esperou por mim amando, amando escondido.<br />
No fim, as memórias se apagam e eu, em breve, não terei mais nada a guardar</p>
<p>- Mas você será sempre a minha doce parte mais ácida.</p>
<p><center><b> Monstro</b></center><br />
Os monstros vivem dentro de nós. Os monstros são os sentimentos, os monstros são as ações benignas e malignas. Os monstros vão sempre tentar nos engolir, vão sempre tentar prevalecer, mas não necessariamente devemos ceder a eles &#8211; mesmo que o choro seja o extravasamento dos monstros, mesmo que a lágrima seja um monstro manifestado, no fim tudo isso vai cessar. Temos que nos arriscar à sorte, temos que falar, ler, escrever sobre os monstros até eles irem embora &#8211; e o vazio que se instaurar irá fazer bem, apesar dos fragmentos de monstros que continuarão lá e não te deixarão saber o que pensar. Isso se chama plenitude, e não há nada de errado com ela.</p>
<p>Enfrente os diferentes tipos de emoções &#8211; não apenas as tema por estarem escondidas no armário, embaixo da cama ou na imaginação, como monstros.</p>
<p><center><b>Evaporar </b></center></p>
<p><i>O rio fica lá, a água é que correu<br />
Chega na maré, ele vira mar<br />
Como se morrer fosse desaguar<br />
Derramar no céu, se purificar<br />
Deixar pra trás sais e minerais<br />
Evaporar</i></p>
<p>(Little Joy)</p>
<p><center><img src="http://x43.xanga.com/90a1820425033228317526/z151371419.png"></center></p>
<p><b><i>post scriptum:</i></b> tantas coisas a dizer, em tão pouco tempo e com tanto pouco espaço. Citações ajudam a expressar emoções, os textos são as concretizações destas, e a vida segue. E eu ando muito bem. A única coisa que falta é este ano acabar logo. Preciso de mais arte para a minha vida.</p>
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